sábado, 29 de março de 2014

AINDA DÁ TEMPO DE REALIZAR-SE PROFISSIONALMENTE?

Alfredo era um homem muito trabalhador, esforçado. Tinha deixado a família no interior e, após ter pensado num futuro sem chances de êxito em sua cidade natal, foi para a capital para buscar uma vida mais próspera e feliz. Dedicou sua vida numa profissão onde empreendia grandes esforços e, consequentemente, tinha conseguido prover sua família dignamente. Esse homem era arrimo de família, um taxista competente e muito dedicado. Tinha formado uma clientela considerável. Era casado e tinha dois filhos, dos quais Rodrigo era o mais velho.

Rodrigo era estudante de direito. Estava prestes a se formar. Pensava em advogar e, em seguida prestar concurso para ingresso em alguma carreira pública promissora. Esse jovem não tinha experiência profissional, apenas compreendia razoavelmente a profissão de seu pai, além de ser um bom motorista. Seu pai desejava que ele estivesse bem firmado nos estudos para, em seguida, realizar seu projeto de autorrealização.

Um fato trágico, no entanto, mudou a vida daquela família. Alfredo faleceu de parada cardíaca e tristemente deixou uma lacuna naquela casa. Aos poucos, não somente a ausência física passou a ser sentida, mas, também, a necessidade econômica. A família começou a passar dificuldade e endividar-se. Após uma análise das várias possibilidades, Rodrigo resolveu agir. De maneira altruísta e responsável, pensou em deixar seus sonhos de lado e resolveu pegar o táxi de seu velho pai e ir para a praça buscar o sustento de sua mãe e seu irmão mais novo.

Aos poucos foi “pegando o jeito”. Recebeu “de herança” uma parcela considerável da clientela de seu pai, o dinheiro começou a aparecer e as coisas foram melhorando. No entanto, com o passar de cinco anos, começou a fazer as seguintes questionamentos:

“ Não me acho tão feliz nessa profissão, apesar de conseguir certo retorno financeiro.”
“ Ainda acho que conseguiria ser um ótimo servidor público na área do Direito.”
“ Mas será que ainda tenho chances de voltar a estudar, terminar faculdade...faltava tão pouco?”
“ Sou participativo e tenho liderança nas reuniões do sindicato. Acho que é possível.”


Essa estória, evidentemente, é fictícia. Mas pode ser a história de muitas pessoas que ainda pensam em auto-realização. Partindo do pressuposto que Rodrigo tinha vocação para a área do Direito e não para ser taxista, dê sua opinião sobre o final dessa história. Rodrigo, ainda jovem, tem 26 anos. O que você acha, Ainda dá tempo, é possível a realização de seus sonhos? Ajude esse jovem, aconselhando-o a realizar plenamente seus potenciais. Aguardo seu comentário. Até breve!

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