Concluindo
o nosso “chá”, vamos falar um pouco sobre atitudes. Seria a terceira e última
parte de nossa reflexão sobre o tripé: conhecimentos
+ habilidades + atitudes.
Gostaria
de remeter à minha primeira postagem, onde falamos acerca de possíveis causas
da subutilização de potencialidades e capacidades no ambiente de trabalho. Só
para relembrar, cito-as abaixo novamente:
1. O profissional não
encontrou as oportunidades que julgava serem as mais adequadas e rentáveis para
si e, dessa forma, teve de se contentar com uma segunda opção;
2. Decepção, desilusão ou falta de atitude num determinado momento da trajetória profissional;
3. Influência familiar que foi capaz de desviar o profissional para uma área diversa daquela para a qual tinha vocação;
4. Acomodação com um trabalho pouco ariscado e mais cômodo, porém, com baixa remuneração.
5. Auto-confiança abalada por algum evento ocorrido no passado?
2. Decepção, desilusão ou falta de atitude num determinado momento da trajetória profissional;
3. Influência familiar que foi capaz de desviar o profissional para uma área diversa daquela para a qual tinha vocação;
4. Acomodação com um trabalho pouco ariscado e mais cômodo, porém, com baixa remuneração.
5. Auto-confiança abalada por algum evento ocorrido no passado?
Fiquei bastante surpreso ao perceber que todos os
itens, segundo minha ótica, estão 100% ligados a atitudes ou a falta delas. Em
nenhum deles, há insuficiência de conhecimento ou a carência de alguma
habilidade.
A
primeira e mais importante atitude a ser desenvolvida por quem deseja um melhor desempenho profissional, sentir-se cada vez mais “no lugar certo”, ser mais bem
remunerado é o auto-conhecimento.
Precisamos nos conhecer mais. Quantas pessoas escutam: “Cara, você está no
lugar errado”, “Vai se acomodar aqui mesmo?”, “Parte pra outra, cara.”
Infelizmente, para alguns pode soar como crítica pesada, mas, no fundo no
fundo, pode representar o desejo de algumas pessoas de nos verem melhor.
Em
seguida, classificaria, a insatisfação
constante, ou seja, a busca pelo aprimoramento e aperfeiçoamento pessoal e
profissional que combate a falta de atitude e acomodação, evidentemente
oriunda do auto-conhecimento.
Citaria
ainda o gosto pelo desafio. É preciso
arriscar-se um pouco mais, sair da zona de conforto para obter melhores
resultados.
Por
fim, gostaria de enfatizar a importância
do perdão, seja o auto-perdão, seja o perdão a outros que julgamos ter
obstacularizado nossa trajetória. Esse sentimento nos traz a paz interior e
consequentemente a restauração de nossa
auto-confiança. Passamos a estar livres do passado, de pessoas ou de
eventos que nos marcaram negativamente.
Recomece
hoje sua trajetória. Sempre é tempo de mudar. Finalizo com um pensamento do
Papa João XXIII abaixo.
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